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Ivan Lins

Ivan é um compositor cujas melodias não apenas acompanham imagens, mas as desenham no ar antes mesmo do primeiro frame ser projetado. Ivan Lins, nosso associado benemérito da MUSIMAGEM BRASIL, pertence a esse raríssimo grupo de criadores cuja escrita musical carrega uma força dramatúrgica natural, sofisticada e visceral. Com uma trajetória que atravessa fronteiras e gerações, Ivan consagrou-se como uma das assinaturas mais respeitadas e requisitadas da música global. Seus acordes incomparáveis, caracterizados por harmonias ricas e invenções melódicas arrebatadoras, encontraram no audiovisual um terreno fértil para traduzir sentimentos que a imagem, sozinha, jamais conseguiria alcançar. Na indústria do cinema e da televisão, o trabalho de Ivan Lins destaca-se por uma versatilidade ímpar. Como autor de temas originais que marcaram época em telenovelas, minisséries e produções cinematográficas no Brasil e no exterior, ele construiu pontes inesquecíveis entre a narrativa visual e o ouvinte. Quem assiste a uma cena embalada por suas composições não presencia apenas um fundo musical, mas sim uma fusão perfeita onde a música assume o papel de personagem principal. Sua contribuição para o audiovisual extrapola as fronteiras nacionais: suas obras foram arranjadas, adaptadas e integradas a trilhas sonoras internacionais pelos maiores nomes do cinema e da indústria fonográfica mundial — de Quincy Jones a Dave Grusin —, provando que o idioma de sua música é universal. Para a MUSIMAGEM BRASIL, ter Ivan Lins como associado benemérito é motivo de imenso orgulho. Sua dedicação à arte de compor para e com a imagem inspira gerações de compositores audiovisuais, reafirmando o valor da música como elemento fundamental na construção da memória emotiva do nosso cinema e da nossa televisão. Ivan Lins é, acima de tudo, um mestre da narrativa sonora: alguém que transforma partituras em pura luz, cor e emoção. Site

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Roberto Menescal

Roberto Menescal é um dos nomes mais emblemáticos da música brasileira e um orgulho inestimável para a Musimagem Brasil na condição de associado benemérito. Como um dos grandes precursores da bossa nova, o compositor, arranjador e instrumentista construiu uma trajetória brilhante que atravessa gerações e continua a impactar profundamente a identidade musical do país e a criação para o audiovisual. Sua contribuição para o cinema nacional é histórica e marcante. Ao longo de sua carreira, Menescal esteve à frente da criação, arranjo e direção musical de obras fundamentais da nossa cinematografia. Em A Garota de Ipanema (1967), dirigido por Leon Hirszman, compôs a trilha sonora em parceria com Eumir Deodato e Antônio Carlos Jobim. Em O Homem Que Comprou o Mundo (1968), de Eduardo Coutinho, assinou a trilha original por completo. Marcou também a sonoridade urbana do final dos anos 60 com a trilha original e arranjos de Penúltima Donzela (1969), de Fernando Amaral. Na década de 1970, sua atuação no audiovisual seguiu intensa: atuou nos arranjos e na direção musical das composições de Chico Buarque em Joana Francesa (1973), de Carlos Diegues, e esteve na direção musical e coordenação de arranjos de Vai Trabalhar, Vagabundo! (1973), dirigido por Hugo Carvana. Em 1979, para o clássico Bye Bye Brasil, também de Carlos Diegues, compôs a famosa música-tema em parceria com Chico Buarque, além de ser o responsável pela melodia e pelos arranjos principais do longa ao lado de Dominguinhos. Aos 88 anos de idade, Menescal vivencia uma fase de extraordinária vitalidade artística. Com uma agenda intensa que reúne cerca de cinco apresentações por semana, o mestre percorre palcos por todo o Brasil liderando diferentes projetos e parcerias — desde sua marcante apresentação no Palco Mundo do Rock in Rio como convidado de Luísa Sonza até trabalhos ao lado de Cris Delanno, Reginaldo Vargas, Danilo Caymmi e Patty Ascher. Com um critério rigoroso focado na entrega e na paixão pela música, o mestre aceita apenas os projetos nos quais sente que pode contribuir de forma verdadeira e relevante. Longe do saudosismo, Menescal celebra as novas releituras de suas canções históricas por artistas mais jovens e resume sua filosofia afirmando que tem saudade do futuro, pois o passado ele já fez. A Musimagem Brasil celebra a trajetória inspiradora de Roberto Menescal, cuja dedicação incansável, generosidade e constante olhar para o futuro servem de referência para todos os compositores da nossa entidade.   Site

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Luis Ivars

Há figuras na música para a imagem cuja relevância se mede tanto pelas notas que escrevem quanto pelas pontes que constroem para a sua classe. O compositor espanhol Luis Ivars é uma dessas referências indispensáveis: um mestre da escrita musical e um dos maiores defensores dos direitos dos criadores audiovisuais na Europa. Como um dos fundadores e Presidente de Honra da Musimagen na Espanha, Ivars desempenhou um papel histórico na organização da categoria em seu país natal. Seu modelo de associativismo, pautado na união, no rigor técnico e no fortalecimento institucional dos compositores de cinema e televisão, cruzou o Atlântico para servir de inspiração direta na criação da nossa MUSIMAGEM BRASIL. Sua atuação na indústria do audiovisual europeu é marcada pelo ecletismo e pela profundidade. Com mais de 80 trilhas sonoras compostas para longas-metragens, séries de TV, curtas, documentários e produções teatrais, Luis Ivars destaca-se por uma linguagem versátil, capaz de ir do lirismo sinfônico às sonoridades mais contemporâneas e dramáticas. Seu talento na composição foi reconhecido com importantes distinções. Ivars acumula múltiplas indicações ao prestigiado Premios Goya (o “Oscar” do cinema espanhol), concorrendo na categoria de Melhor Canção Original, além de ser laureado em diversos festivais de cinema e prêmios de artes cênicas na Europa. Para além das pautas e partituras, a liderança de Luis Ivars estende-se ao cenário político-cultural do continente. Ele exerceu cargos de alta relevância internacional, incluindo a presidência da FFACE (Federation of Film & Audiovisual Composers) e a vice-presidência honorífica da ECSA (European Composer & Songwriter Alliance), além de integrar a Academia de las Artes y las Ciencias Cinematográficas de España. Nessas frentes, trabalhou incansavelmente pela valorização da trilha sonora original e pela proteção dos direitos autorais na era digital em escala global. Ao ter Luis Ivars como uma referência e parceiro de ideais, a MUSIMAGEM BRASIL reafirma seu compromisso com os mais altos padrões da criação e da defesa da música para imagem, inspirada por uma trajetória que uniu a arte de compor à missão de proteger o criador. Site

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Vanisa Santiago

A atuação profissional da Dra. Vanisa é determinante para a própria história da gestão coletiva de direitos autorais no Brasil, sempre em defesa dos autores. A Dra. Vanisa Santiago, nossa ilustre associada benemérita, representa exatamente essa força vital para a comunidade de compositores e criadores do audiovisual no Brasil. Desde os primeiros passos na estruturação da entidade, Dra. Vanisa esteve presente, garantindo a segurança jurídica necessária para que o compositor de música para imagem possa se organizar e ter sua voz ouvida com dignidade e representatividade. Uma das maiores autoridades em Direito Autoral do país, Dra. Vanisa traz consigo uma bagagem ímpar. Sua trajetória inclui décadas de dedicação à gestão coletiva – com atuação destacada nas sociedades gestoras de direito autoral, participando de fóruns internacionais (como a CISAC e a SGAE) e na construção das diretrizes legais que regem a propriedade intelectual no Brasil. Essa visão global e profunda permite que a MUSIMAGEM esteja amparada pelas melhores práticas do direito autoral. Nos dias de hoje, em um cenário de transformações frenéticas impulsionadas pela revolução do streaming, pelas novas mídias digitais e pela complexidade da gestão coletiva de direitos, o atuação da Dra. Vanisa Santiago permanece central. Ela é o nosso farol técnico e legal, orientando a associação e seus membros através do labirinto das licenças, sincronizações, recolhimentos e da busca incessante por uma remuneração justa na era digital. Mais do que uma especialista brilhante, Dra. Vanisa é uma defensora apaixonada do valor da criação musical. Seu amparo incansável assegura que a arte produzida por nossos associados não apenas emocione o público nas telas, mas seja devidamente respeitada, protegida e valorizada em todas as suas instâncias. Para a MUSIMAGEM BRASIL, contar com a Dra. Vanisa Santiago como associada benemérita é a garantia de que a música para imagem no Brasil caminha de mãos dadas com a justiça, a ética e a excelência jurídica. Wikipedia

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Tim Rescala

Estudou na Escola de Música da UFRJ e na Escola de Música Villa-Lobos. Com Han-Joachim Koellreutter estudou composicão, contraponto e arranjo. Licenciou-se em música pela UNI-RIO em 1983. Compositor e diretor musical de várias peças de teatro. É um dos mais premiados compositores brasileiros, tendo recebido diversos prêmios Mambembe, Shell, Coca-Cola, APTR, CBTIJ e outros. Faz música para cinema, TV e exposições e trabalhou para a TV Globo por 30 anos. Atuou como compositor e regente em muitos festivais de música contemporânea no Brasil e no exterior. Autor de óperas, musicais, música de câmera e eletroacústica. Sua peça Pianíssimo foi o primeiro texto infantil apresentado na Comédie-Française. Recebeu as bolsas Vitae e Rio-Arte. Foi diretor da Sala Baden Powell, RJ, em 2005 e 2006. Escreve e apresenta o programa Blim-blem-blom na rádio MEC-FM desde 2011, premiado na Bienal do México. Seu Quarteto Circular foi indicado ao Grammy Latino de 2011. Sua ópera O perigo da arte, estreou em 2013 em Buenos Aires e sua montagem brasileira em 2014 foi escolhida como um dos 10 melhores espetáculos do ano pelo jornal O Globo. Seus trabalhos mais recentes em TV tiveram muita repercussão : as novelas Meu pedacinho de chão e Velho Chico e a minissérie Dois irmãos, todas com direção de Luiz Fernando Carvalho. Fez a música do filme Pluft, com direção de Rosane Svartman e em 2019 lançou a Classical tracks, uma livraria digital de música clássica voltada para o mercado audiovisual. Foi novamente premiado pela músicas de vários espetáculos infantis e trabalhou em grandes produções para o Parque Beto Carrero World, como o show Hotwheels. Em 2018 começou uma importante colaboração com o maestro Rodrigo Toffolo, da Orquestra Ouro, criando seis espetáculos para o grupo, incluindo três óperas, dentre elas O auto da Compadecida (2022), Hilda Furacão (2024) e Feliz ano velho (2025). Em 2021 e 2022 também lançou as óperas O engenheiro e O boi e o burro no caminho de Belém, além do musical Pinóquio, apresentado em todas as unidades do CCBB do país. Em 2022 comemorou seus 60 anos de idade e 45 de carreira, regendo a OSN da UFF em concerto na Sala Cecília Meireles, RJ. Em 2023 lançou o album Parescências, em concerto na Sala Cecília Meireles, com obras de câmara recentes. No mesmo ano escreveu a peça Prokofonia, para orquestra sinfônica, por encomenda da Sala Cecília Meireles, estreada pela OSB e o musical Pedro e Paula no natal, junto com Tércio Silva, para o Teatro Amazonas. Tem composto várias obras sob encomenda de várias orquestras, além de fazer música para exposições e eventos especiais, com destaque para seus trabalhos para o Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro. É membro da Academia Brasileira de Música e da Academia Líbano-Brasileira de Letras, Artes e Ciências. Esso Seu último espetáculo, Romeu e Julieta de Parintins, encomendado e encenado pela Buia Teatro Company, está escursionando com sucesso pelo país Site Linktr.ee

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Alex Pfeiffer

Alex Pfeiffer é músico, compositor, professor e pesquisador. É doutorando em Cinema e Audiovisual pelo PPGCine-UFF, sua pesquisa é sobre as contribuições narrativas da música orquestral no cinema brasileiro. Graduado e mestre em educação musical pela UFRJ, possui um aperfeiçoamento em trilha sonora pela Universidade da Califórnia em Los Angeles, tendo participado de sessões de gravações com músicos e profissionais que atuam nos filmes hollywoodianos durante este período. Tem participado como palestrante e escrito artigos para diversos eventos nas áreas de Cinema e Comunicação, tais como: Festival Musimagem, Encontros da SOCINE, Cocaal e Compós. Sua atuação como professor tem sido nas áreas de música e trilha sonora em cursos livres e em espaços como a graduação da Universidade Católica de Petrópolis. Desde 2004 vem atuando no campo música popular, tendo se apresentado com diversos grupos musicais no Rio de Janeiro e em São Paulo, como Quarteto Volpi de Violões (arranjador/violonista) e Orquestra Popular Brasil de Cara (guitarrista/cantor), grupo com o qual recebeu prêmios em diversos festivais de MPB pelo Brasil. Em 2019 lançou “Último Voo”, single com três faixas de sua autoria que contou com banda e quarteto de cordas. Também atua como compositor para audiovisual, tendo criado a música para o curta-metragem “Fall” de Xiangjun Shi (2015) e da web series canadense “Hello Bonjour” (2020). Site Instagram Facebook YouTube

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Daniel Simitan

Daniel Simitan é compositor e produtor musical. Graduado em Música e pós-graduado em Trilha Sonora para cinema e televisão.​ Após anos de experiência com curtas-metragens, teatro e publicidade, compôs a trilha sonora do longa-metragem “Jesus Kid”, de Aly Muritiba, estrelado por Sérgio Marone e Paulo Miklos, com o qual concorreu na categoria de melhor trilha sonora no festival de Gramado 2021. Em seguida, compôs a música da comédia policial “Me tira da mira” de Hsu Chien, estrelado por Cleo Pires, Sergio Guizé e Silvero Pereira. Ganhou grande destaque quando compôs a música do filme “Marte um”, de Gabriel Martins, selecionado no festival de Sundance com o qual recebeu o Kikito de Melhor Trilha Musical no festival de Gramado de 2022 e foi finalista do Grande Prêmio da Academia Brasileira de Cinema na categoria de Melhor Trilha Sonora. Com o filme, o compositor também recebeu o Prêmio Guarani de Melhor Trilha Sonora. Marte Um foi escolhido pela crítica como melhor filme brasileiro de 2022, além de ser o representante do Brasil no Oscar em 2023. Como compositor também assina a trilha sonora original de grandes filmes nacionais como: “O faixa preta: a verdadeira história de Fernando Tererê” com direção de Caco Souza, estrelado por Raphael Logam e Isabel Fillardis, “Tração” de André Luis, “Eu sou Maria”​ com direção de Clara Linhart e roteiro de Sônia Rodrigues e “Avenida Beira-Mar” de Maju de Paiva e Bernardo Florim, estrelado por Andréa Beltrão e Isabel Teixeira. Além disso, compôs a abertura e a trilha sonora da série infantil “Manual de Sobrevivência da Literatura Brasileira”. Recentemente assinou a música original do grande sucesso de bilheteria “Evidências do amor” de Pedro Antônio, estrelado por Sandy e Fábio Porchat e foi produtor musical da segunda temporada da série “Tributo” da Rede Globo. Seus próximos lançamentos são a série “O Natal dos Silva” dirigida por Gabriel Martins e o Filme “Agentes Muito Especiais” uma ideia original de Paulo Gustavo e Marcus Majella com direção de Pedro Antônio. Site Instagram Youtube  

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Flavia Tygel

Compositora de trilhas sonoras originais para mais de 40 filmes e séries, sua trajetória é dedicada à criação musical para o cinema e o audiovisual. Seu trabalho parte da relação entre música e narrativa, criando universos sonoros particulares para cada obra e estabelecendo um diálogo direto com personagens, atmosferas e imagens. Entre os projetos mais recentes estão #SalveRosa (2025), de Susanna Lira, lançado pela Netflix e que alcançou o 1o. Lugar entre os filmes mais vistos da plataforma; Marília Mendonça: Sentimento Louco (2026), lançamento em destaque da Amazon Prime; Justino – Nos Bastidores do Reino (2026), de José Eduardo Belmonte, premiado no Festival de Gramado; Honestino (2025), de Aurélio Michiles; Tudo por um Popstar 2 (2024), de Marco Antonio de Carvalho e Meu Casulo de Drywall (2024), de Caroline Fioratti, o representante brasileiro no SXSW da edição, com sua trilha gravada em São Petersburgo com orquestra e coro. Por As Polacas (2024), de João Jardim, Flavia Tygel foi indicada ao Prêmio Platino do Cinema Iberoamericano na categoria Melhor Música Original e premiada por Melhor Música Original no Oklahoma Cine Latino Film Festival em 2025. Por Câncer com Ascendente em Virgem (2025), de Rosane Svartman, recebeu o prêmio de Melhor Trilha Sonora no WorldFest-Houston International Film Festival. O filme traz ainda “Tudo Vai Passar”, canção-tema composta por Flavia e interpretada por Preta Gil. Com foco na diversidade de narrativas, a atuação de Flavia na composição de trilhas para documentários e séries também é bastante proeminente, assinando títulos como Torre das Donzelas (2018), Nada sobre meu pai (2023), Fernanda Young – Foge-me ao Controle (2024), de Susanna Lira; As Cores e Amores de Lore (2024), de Jorge Bodanzky; Não foi minha culpa (Disney), Jessie & Colombo (Globoplay), Os Ausentes (HBO Max) entre outros trabalhos. Além da composição de trilhas, Flavia assina canções originais para o audiovisual, com obras gravadas por artistas como Fafá de Belém, Alcione, Preta Gil e Duda Beat. Membro votante da Recording Academy, participa também das discussões e iniciativas ligadas à música para o audiovisual, com atuação voltada à valorização da autoria musical e à ampliação da presença de mulheres compositoras nesse campo. Site Instagram Spotify Linktr.ee Tik Tok  

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Marcos Souza

Compositor de música para audiovisual, supervisor musical e pianista, Marcos Souza produziu e idealizou o filme sobre sua família, seu pai Chico Mário e seus tios Henfil e Betinho: “3 Irmãos de Sangue” de Angela Patrícia Reiniger.  Fez a direção musical do filme “Betinho – Uma esperança equilibrista” de Victor Lopez e compôs a música para os filmes “Henfil”de Angela Zoé, “Abdias Nascimento” e “Expedito” de Aida Marques, “Angel Vianna” e “Iluminados” de Cristina Leal e Ibiuna e Chico Mário, a melodia da liberdade de Silvio Tendler. Recentemente lançou o premiado videoclipe Birds of Amsterdam de Bruno Sãnto.Marcos foi ainda diretor do centro de música da Funarte do Ministério da Cultura, Diretor musical da Orquestra Filarmônica de MG e Orquestra Ouro Preto, Gerente de Marketing de uma agregadora musical online na Espanha da SGAE, produziu diversos projetos na Holanda, foi Gerente de produtos da TV Multirio e atualmente é diretor de projetos da Orquestra Petrobras Sinfônica. Marcos é diretor do Atelier Cultural, Festival Musimagem no Brasil desde 2015 e do CSF-Composers Soundtracks Festival na Holanda desde 2026. Site Instagram YouTube

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Felipe Radicetti

Carioca radicado no Paraná desde 2016, Felipe Radicetti é organista e compositor atuante no cinema, no teatro, para a música de concerto e para o cancioneiro popular. Mestre em Música e Educação pela UNI-Rio, (2010), é autor de “Você, compositor: contextos determinantes pra a criação musical, pela Ed. Consequência (2023) e de três títulos publicados pela Editora Intersaberes: “Escutas e olhares cruzados nos contextos audiovisuais” (2018), “Trilhas Sonoras: o que escutamos no teatro, cinema e nas mídias audiovisuais” (2020) e “Introdução à composição musical tonal” (2023). Compositor de formação clássica e premiado criador de música para TV, cinema, teatro e do cancioneiro popular, iniciou suas produções para TV na Globograph de 1987 a 1993. Atuou como maestro e criador de música para comerciais de TV na Globograph de 1986 a 1993 e no Estúdio Nova Onda de 1993 a 2015. Presidente da Associação Brasileira de Compositores para Audiovisual – Musimagem Brasil no período de 2012 a 2014, atuando como professor nos cursos de pós-graduação em música para audiovisual do Conservatório Brasileiro de Música – CBM (2012 a 2016) e no Alpha Cursos (2017). Radicetti compôs a música original para curta de ficção “Quando o Tempo de Lembrar bastou” de Felipe Quadra (2020) e para o documentário “Vidas Descartáveis” de Alexandre Valenti (2022). Sua filmografia inclui ainda “Histórias da Fome no Brasil” de Camilo Tavares (2017), “Meu nome é Jacque” de Angela Zoé e “Scholles, semente da cor”, de Rejane Zilles (ambos 2016), além de “Castro Alves” de Silvio Tendler (1998), “Anjos do Sol”, de Rudi Lageman (2005), “Walachai” de Rejane Zilles (2008), “Eu me Lembro” de Luiz Fernando Lobo (2013), “Duas Histórias” (2012) e “Nossas Histórias” (2014) de Angela Zoé, entre outros. Premio de Melhor Trilha Sonora por Bósnia, Bósnia no Festival de Teatro de Grupo de Santos-SP e indicado ao Prêmio Shell de Teatro de 2014 para Melhor Trilha Sonora pelo espetáculo “Sacco&Vanzetti”, Felipe Radicetti recentemente assinou a música original e a direção musical dos espetáculos “O Banquete” de Mario de Andrade (2024), “A Exceção e a Regra” de Bertolt Brecht (2023), “Olga Experimento” (2023), “O Dragão” (2021) e “Dez Dias que Abalaram o Mundo”, de John Reed (2017), todas obras encenadas pela Cia. Ensaio Aberto. Em 2020, criou a música original da montagem teatral de Les Lianes, texto e direção de Françoise Berlanger para companhia de teatro belga La Cerisaie, em temporada no Teatro La Balsamine, em Bruxelas. Site Linkedin Instagram Facebook

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