Felipe Radicetti

Carioca radicado no Paraná desde 2016, Felipe Radicetti é organista e compositor atuante no cinema, no teatro, para a música de concerto e para o cancioneiro popular. Mestre em Música e Educação pela UNI-Rio, (2010), é autor de “Você, compositor: contextos determinantes pra a criação musical, pela Ed. Consequência (2023) e de três títulos publicados pela Editora Intersaberes: “Escutas e olhares cruzados nos contextos audiovisuais” (2018), “Trilhas Sonoras: o que escutamos no teatro, cinema e nas mídias audiovisuais” (2020) e “Introdução à composição musical tonal” (2023). Compositor de formação clássica e premiado criador de música para TV, cinema, teatro e do cancioneiro popular, iniciou suas produções para TV na Globograph de 1987 a 1993. Atuou como maestro e criador de música para comerciais de TV na Globograph de 1986 a 1993 e no Estúdio Nova Onda de 1993 a 2015. Presidente da Associação Brasileira de Compositores para Audiovisual – Musimagem Brasil no período de 2012 a 2014, atuando como professor nos cursos de pós-graduação em música para audiovisual do Conservatório Brasileiro de Música – CBM (2012 a 2016) e no Alpha Cursos (2017). Radicetti compôs a música original para curta de ficção “Quando o Tempo de Lembrar bastou” de Felipe Quadra (2020) e para o documentário “Vidas Descartáveis” de Alexandre Valenti (2022). Sua filmografia inclui ainda “Histórias da Fome no Brasil” de Camilo Tavares (2017), “Meu nome é Jacque” de Angela Zoé e “Scholles, semente da cor”, de Rejane Zilles (ambos 2016), além de “Castro Alves” de Silvio Tendler (1998), “Anjos do Sol”, de Rudi Lageman (2005), “Walachai” de Rejane Zilles (2008), “Eu me Lembro” de Luiz Fernando Lobo (2013), “Duas Histórias” (2012) e “Nossas Histórias” (2014) de Angela Zoé, entre outros. Premio de Melhor Trilha Sonora por Bósnia, Bósnia no Festival de Teatro de Grupo de Santos-SP e indicado ao Prêmio Shell de Teatro de 2014 para Melhor Trilha Sonora pelo espetáculo “Sacco&Vanzetti”, Felipe Radicetti recentemente assinou a música original e a direção musical dos espetáculos “O Banquete” de Mario de Andrade (2024), “A Exceção e a Regra” de Bertolt Brecht (2023), “Olga Experimento” (2023), “O Dragão” (2021) e “Dez Dias que Abalaram o Mundo”, de John Reed (2017), todas obras encenadas pela Cia. Ensaio Aberto. Em 2020, criou a música original da montagem teatral de Les Lianes, texto e direção de Françoise Berlanger para companhia de teatro belga La Cerisaie, em temporada no Teatro La Balsamine, em Bruxelas.

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